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	<title>Mauricio Stycer</title>
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		<title>Entrevista ao Ludopédio sobre “História do Lance!”</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 15:17:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fico muito feliz de saber que, mais de um ano depois de publicado, “História do Lance! – Projeto e prática do jornalismo esportivo” ainda provoca interesse e produz discussões interessantes. Nos meses que precederam a Copa do Mundo na África do Sul participei de vários debates com estudantes de jornalismo e dei algumas entrevistas sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fico muito feliz de saber que, mais de um ano depois de publicado, “História do Lance! – Projeto e prática do jornalismo esportivo” ainda provoca interesse e produz discussões interessantes. Nos meses que precederam a Copa do Mundo na África do Sul participei de vários debates com estudantes de jornalismo e dei algumas entrevistas sobre os temas tratados no livro. </p>
<p>A entrevista mais detalhada e longa que dei foi ao site Ludopédio, uma iniciativa muito bacana de pós-graduandos em ciências humanas, apaixonados por futebol. Recomendo uma visita ao <a href="http://www.ludopedio.com.br/rc/">site</a>  e, para quem se interessa por jornalismo esportivo, deixo aqui os links da <a href="http://www.ludopedio.com.br/rc/index.php/entrevistas/artigo/363">primeira parte</a>  e da <a href="http://www.ludopedio.com.br/rc/index.php/entrevistas/artigo/364">segunda parte</a> da entrevista.    </p>
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		<title>Anote o novo endereço, por favor</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 17:28:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aos leitores que entram neste site em busca de atualizações, convido-os a visitar o blog que mantenho, desde o início de janeiro, no UOL. É aqui: http://mauriciostycer.blogosfera.uol.com.br/. Neste novo blog, coloco links para os demais textos que tenho produzido no portal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aos leitores que entram neste site em busca de atualizações, convido-os a visitar o blog que mantenho, desde o início de janeiro, no UOL. É aqui: <strong><a href="http://mauriciostycer.blogosfera.uol.com.br/">http://mauriciostycer.blogosfera.uol.com.br</a>/</strong>.  Neste novo blog, coloco links para os demais textos que tenho produzido no portal. </p>
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		<title>Estamos atendendo em novo endereço</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 15:18:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este site foi criado, originalmente, com o objetivo de facilitar a consulta de leitores interessados em informações sobre o livro que publiquei em 2009, “História do Lance! – Projeto e prática do jornalismo esportivo”. Como escrevi ao inaugurá-lo, em dezembro passado, “mais que um blog, na verdade, este espaço nasce com vocação, neste momento, para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este site foi criado, originalmente, com o objetivo de facilitar a consulta de leitores interessados em informações sobre o livro que publiquei em 2009, “História do Lance! – Projeto e prática do jornalismo esportivo”. </p>
<p>Como <a href="http://www.mauriciostycer.com.br/de-casa-nova">escrevi ao inaugurá-lo</a>, em dezembro passado, “mais que um blog, na verdade, este espaço nasce com vocação, neste momento, para funcionar como um mural, onde posso transmitir avisos e informações.”</p>
<p>Esta semana, comecei um novo trabalho, no UOL. Entre outras atividades, vou manter um <a href="http://mauriciostycer.blog.uol.com.br/">blog</a>, motivo pelo qual devo retornar com uma freqüência menor a esta espaço aqui. </p>
<p>Aproveito para reproduzir o texto que publiquei no novo blog, estendendo o convite aos quase 7 mil visitantes que prestigiaram este site nestes 20 dias:</p>
<p><em>Ano novo, blog novo</p>
<p>Dou pouca importância a essas coisas, mas desta vez é impossível não observar que há algo positivamente significativo em começar um trabalho novo logo nos primeiros dias do novo ano. </p>
<p>Inauguro este espaço no UOL disposto, como escrevi ali ao lado, a fazer deste blog um espaço para reflexões e troca de informações sobre os assuntos que interessam a este blogueiro, da alta à baixa cultura, do esporte à vida nas grandes cidades, sempre que possível com humor.</p>
<p>Como não poderia deixar de ser, este é um espaço democrático, que acolhe colaborações de todo tipo, sugestões, críticas e protestos. Creio ter entendido, depois de um ano e meio na Internet, algumas das modificações fundamentais que esta relação com o leitor impõe ao trabalho do jornalista.  </p>
<p>O principal me parece ser é a necessidade de ajustar o ouvido (para entender melhor o que o leitor fala), baixar a guarda (para admitir que outros sabem tanto ou mais que a gente) e deglutir honestamente o resultado deste diálogo, alargando de fato o processo de fazer jornalismo.</p>
<p>É com essa disposição que abro este blog a você.</em></p>
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		<title>Retrospectiva 2009: Por onde andará @xuxameneghel?</title>
		<link>http://www.mauriciostycer.com.br/retrospectiva-2009-por-onde-andara-xuxameneghel</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 22:40:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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		<category><![CDATA[Mistério de Feiurinha]]></category>
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		<category><![CDATA[Xuxa]]></category>

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		<description><![CDATA[No momento em que os cinemas recebem “Xuxa e O Mistério de Feiruinha”, lembro que, há apenas quatro meses, a apresentadora protagonizou um dos episódios mais curiosos do Twitter, em 2009. Irritada com os comentários de leitores sobre um erro de ortografia cometido por sua filha no Twitter (“Sou eu Sasha. Estou aqui filmando e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No momento em que os cinemas recebem “Xuxa e O Mistério de Feiruinha”, lembro que, há apenas quatro meses, a apresentadora protagonizou um dos episódios mais curiosos do Twitter, em 2009.</p>
<p>Irritada com os comentários de leitores sobre um erro de ortografia cometido por sua filha no Twitter (“Sou eu Sasha. Estou aqui filmando e vai ser um ótimo filme. Tenho que ir… Vou fazer uma sena com a cobra”), Xuxa abandonou a ferramenta, reclamando dos fãs: “fui vcs não merecem falar comigo nem com meu anjo”.</p>
<p>Relatei o episódio em dois textos. Num sinal de como o assunto mobilizou internautas, o primeiro, <a href="http://www.mauriciostycer.com.br/a-desastrada-aventura-de-xuxa-pelo-twitter">A desastrada aventura de Xuxa pelo Twitter</a>, tornou-se, até onde pude constatar, meu texto mais citado e linkado em outros blogs (registro isso sem orgulho, apenas como constatação do interesse provocado pelo caso). </p>
<p>No segundo texto, <a href="http://www.mauriciostycer.com.br/xuxa-tenta-passar-borracha-no-show-que-deu-no-twitter">Xuxa tenta passar borracha no “show do Twitter”</a>, eu relatava que a apresentadora havia atraído 72 mil seguidores enquanto escreveu no Twitter e mais 30 mil pessoas nos quatro dias que se seguiram ao anúncio de sua desistência.</p>
<p>Em 3 de setembro, nove dias depois da confusão, Xuxa voltou ao seu perfil para desmentir os rumores de que teria decidido processar o Twitter: “Tô aqui de volta pra deixar claro que não quero e não vou processar o twitter. Sou contra a censura, mas sou a favor do respeito. Fui.”.</p>
<p>E nunca mais voltou. De lá para cá, o número de seguidores de Xuxa saltou para 256 mil – um mistério maior do que o da Feiurinha, que dá título ao seu novo filme. Por que mais de 100 mil pessoas passaram a seguir um perfil inativo desde o início de setembro? Será que ela volta? </p>
<p><strong>Em tempo</strong>: Já há, na Internet, cópias piratas da famosa cena em que Sasha contracena com a cobra. </p>
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		<title>“A Fazenda”: atraso desrespeita o espectador</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 14:04:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Britto Jr.]]></category>
		<category><![CDATA[horário]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando um programa de televisão não corresponde à expectativa, a lógica sugere aperfeiçoá-lo, corrigir os problemas, entender o que pode ser feito para melhorá-lo. Na selva televisa brasileira, a solução, com freqüência, é outra – bem mais simples: mudar o horário da atração. Este parece ser o destino da segunda edição de “A Fazenda”. Há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando um programa de televisão não corresponde à expectativa, a lógica sugere aperfeiçoá-lo, corrigir os problemas, entender o que pode ser feito para melhorá-lo. Na selva televisa brasileira, a solução, com freqüência, é outra – bem mais simples: mudar o horário da atração.</p>
<p>Este parece ser o destino da segunda edição de “A Fazenda”. Há algumas semanas, a emissora fez o seu primeiro esforço de “aperfeiçoamento”. No lugar de exibir o programa do começo ao fim, como se faz normalmente, resolveu dividi-lo em dois, colocando uma novela no meio. </p>
<p>Assim, às terças e quartas, o espectador interessado no reality assiste um pouco de “A Fazenda”, depois é obrigado a fazer outra coisa por 45 minutos, enquanto a Record mostra “Bela, a Feia”, para retomar, já tarde da noite, ao seu programa.</p>
<p>Neste domingo, em outro desrespeito ao espectador, “A Fazenda” começou com 30 minutos de atraso. O horário anunciado pela emissora é 22h30. Sem aviso ou explicação, o reality teve início apenas às 23hs.</p>
<p>No esforço de segurar o público, que provavelmente não quis esperar, Britto Jr. não cansava de repetir que em breve veríamos a eliminação – a principal atração da noite. Por duas vezes, já por volta da meia-noite, surgiu um aviso, meio patético, na tela, informando: “Daqui a pouco vamos saber quem é o eliminado da noite”. </p>
<p>Satisfeito com o prêmio de R$ 150 mil que faturou no meio do jogo, além do cachê que recebeu para participar, Mauricio Manieri encerrou sua participação da forma mais anti-climática possível: “Deus sabe o melhor momento para cada um&#8230;” </p>
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		<title>Record transforma Britto Jr. em homem-sanduíche</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 01:32:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Natal]]></category>
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		<description><![CDATA[Que eu tenha contado, nesta quarta-feira, dia 23, Britto Jr. convidou o público umas dez vezes a assistir “A Fazenda” na noite de 24 de dezembro. “Amanhã, o programa vai ser cheio de surpresas e atrações”, prometeu. “Para você de casa, eu garanto: o programa de amanhã vai ser único”, jurou. “Vamos ter um programa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que eu tenha contado, nesta quarta-feira, dia 23, Britto Jr. convidou o público umas dez vezes a assistir “A Fazenda” na noite de 24 de dezembro. </p>
<p>“Amanhã, o programa vai ser cheio de surpresas e atrações”, prometeu. “Para você de casa, eu garanto: o programa de amanhã vai ser único”, jurou. “Vamos ter um programa especial de Natal. E bota especial nisso”, anunciou. “Vai ser em duas partes. Fique com a gente. Você não vai se arrepender”, repetiu. “Amanhã é a grande noite. Você vai ver a festa de Natal dos peões”, lembrou pela enésima vez. E encerrou o programa avisando: “Você vai ver ao vivo, pela primeira vez na televisão brasileira, participantes de um reality passando um Natal juntos”.</p>
<p>Se não fosse apresentador de televisão, eu diria que Britto Jr é um homem-sanduíche, fazendo propaganda com duas placas presas ao corpo, na frente e nas costas, de um produto qualquer. Também lembra um pouco, neste seu ardor publicitário, o ator Fabiano Augusto, que fez fama e fortuna das Casas Bahia com o slogan “Quer pagar quanto?”. </p>
<p>Há um equívoco evidente nesta opção da Record de transformar o apresentador em garoto-propaganda. É bem complexa e difícil a missão do condutor de uma atração de reality show, obrigado a interagir com os participantes ao vivo, transmitir credibilidade ao público e nos convencer que o programa é espetacular. Mas, ao confundi-lo com um megafone, dedicado a anunciar as próximas atrações da casa, a Record diminui Britto, além de sugerir que o espectador é um coitado, que precisa ser lembrado uma infinidade de vezes que o programa é diário e continua na noite de Natal. Uma pena.</p>
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		<title>O desespero de uma arquiteta rejeitada pelo BBB 10</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 23:34:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônica]]></category>
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		<description><![CDATA[Ela se apresenta como arquiteta, 29 anos. Um grande sonho de sua vida é participar do programa Big Brother Brasil. Camila diz que se inscreveu para as nove edições anteriores e nunca foi escolhida. Às vésperas do início da décima edição do BBB, a moça intensificou a pressão sobre Boninho, o diretor do programa. Enviou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ela se apresenta como arquiteta, 29 anos. Um grande sonho de sua vida é participar do programa Big Brother Brasil. Camila diz que se inscreveu para as nove edições anteriores e nunca foi escolhida. Às vésperas do início da décima edição do BBB, a moça intensificou a pressão sobre Boninho, o diretor do programa.</p>
<p>Enviou uma mensagem, depois outra, e mais outra e mais outra&#8230; Contei mais de uma centena de mensagens ao diretor, via Twitter, pedindo para ser incluída no BBB. O ataque ganhou volume e densidade nos últimos dias, à medida que Camila foi se dando conta que não seria mesmo selecionada.</p>
<p>Na noite de segunda-feira, depois de algumas dezenas de mensagens, a arquiteta começou a se render. “NADA DE CHANCES DO BBB, NADA DO BONINHO ME LIGAR, NADA DE MUDANÇAS EM MINHA VIDA, NADA, NADA”.</p>
<p>Nesta terça-feira, Camila retomou o seu plano. Ao longo do dia, enviou 65 mensagens para Boninho. A primeira do dia dizia: “sei que existem milhões de pessoas que querem entrar no bbb, mas pode ter certeza, meu desejo é maior que todos eles, mereço”.</p>
<p> À medida que o dia foi passando, seu pedido foi ganhando contornos dramáticos: “Se coloca no meu lugar, imagina se tivesse um desejo louco por algo que nunca conseguisse realizar, me ajuda, por favor”.  </p>
<p>Por volta das 20hs, deu-se um fato extraordinário. Boninho respondeu a Camila. E foi cristalino: “melhor desistir&#8230; tocar a vida”. A moça, então, saiu do sério: “melhor desistir ‘DEUS DA SABEDORIA’ ai boninho, fala sério, que lições de vida querem dar com o bbb”.</p>
<p>Ainda irritada com o conselho do diretor, a arquiteta observou: “o Roberto Marinho não desistiu e criou a Globo com 64 anos vc acha que eu com 29 vou dessitir, parabéns p quem persiste”. </p>
<p>Sentida, talvez magoada, ela escreveu: “pode ser destino não sei, mas é uma pena me acho uma pessoa excepcional, que pena que não vai poder me conhecer a fundo”. Educado, o diretor respondeu novamente: “Vc pode ser super bacana, muita gente é. Só que a nossa seleção leva em conta fatores intangíveis. Não te desmereci!”</p>
<p>Camila quis, naturalmente, saber que critérios são esses: “gostaria de saber quais são esses fatores intangíveis. comparando aos antigos bbbs, não estou atrás mesmo, me acho muito mais&#8230;”, mas desta vez o diretor não esclareceu.  </p>
<p>Depois de uma hora ouvindo e, aparentemente, cansado das reclamações de Camila, Boninho escreveu: “Já vi que hoje o povo ‘quero ser um BBB’ está furioso! Bom vou nessa&#8230; Não vou conseguir ajudar com 140tc nem 1000! Sugestão, faça unfollow”. E a arquiteta, triste, revidou: “é isso aí manda quem pode obedece quem tem juízo, só que eu nunca obedeci sabe pq, pq sei o que quero para mim.”</p>
<p>Quem sabe no BBB 11&#8230;</p>
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		<title>Craques parecidos no mesmo time: Lula e Serra têm razão</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 12:27:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mestre na utilização de metáforas futebolísticas para transmitir mensagens de cunho político, o presidente Lula comparou a possibilidade de o PSDB disputar a eleição presidencial com uma chapa “puro-sangue”, formada por Serra e Aécio, a um time que contasse com dois Tostão, dois Coutinho ou, ainda, dois Dirceu Lopes. “Não sei se daria certo”, criticou. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mestre na utilização de metáforas futebolísticas para transmitir mensagens de cunho político, o presidente Lula comparou a possibilidade de o PSDB disputar a eleição presidencial com uma chapa “puro-sangue”, formada por Serra e Aécio, a um time que contasse com dois Tostão, dois Coutinho ou, ainda, dois Dirceu Lopes. “Não sei se daria certo”, criticou. Serra reagiu dizendo que dois Ademir da Guia podem, sim, jogar no mesmo time. “Acho que quando um jogador é muito bom dá pra duplicar, encontrar um jeito de se arrumar no campo”.</p>
<p>Há exemplos em defesa de ambas as teses. A favor de Serra, pode-se recorrer à seleção brasileira de 1970. O time que encantou o mundo, comandado por Zagallo, exibia na linha de frente quatro jogadores que atuavam com a camisa 10 em seus times – Pelé, Tostão, Jairzinho e Rivelino.</p>
<p>Mas há, a favor de Lula, inúmeros exemplos de times e seleções que, por excesso de craques com características semelhantes, fracassaram. A seleção brasileira de 1982, com Cerezo, Falcão, Zico e Sócrates é um exemplo. O Flamengo de Romário, Sávio e Edmundo, “o ataque dos sonhos” que terminou conhecido como “o pior ataque do mundo”, é outro exemplo que me vem à memória. </p>
<p>Feliz ou infeliz, a metáfora de Lula tem a qualidade de manter, ao menos por ora, a discussão política num nível aceitável de civilidade. Temo que, iniciada a campanha presidencial, até as metáforas futebolísticas vão merecer cartão vermelho. </p>
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		<title>O caso Xuxa: como destruir a imagem em cinco semanas</title>
		<link>http://www.mauriciostycer.com.br/o-caso-xuxa-como-destruir-a-imagem-em-cinco-semanas</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 13:30:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O ex-nadador Fernando Scherer é um nome respeitável do esporte brasileiro. Faz parte de uma galeria com poucos integrantes, o dos atletas vencedores de mais de uma medalha olímpica. No seu caso, dois bronzes, conquistados em Atlanta (1996) e Sidney (2000). Desde que deixou as piscinas, porém, tem colocado sua reputação à prova. Sua participação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-nadador Fernando Scherer é um nome respeitável do esporte brasileiro. Faz parte de uma galeria com poucos integrantes, o dos atletas vencedores de mais de uma medalha olímpica. No seu caso, dois bronzes, conquistados em Atlanta (1996) e Sidney (2000).</p>
<p>Desde que deixou as piscinas, porém, tem colocado sua reputação à prova. Sua participação em “A Fazenda”, ao lado de outras subcelebridades como Adriana Bombom, André Segatti, Mauricio Manieri, Mateus Rocha e Cacau Melo, foi um desastre ferroviário, do qual vai demorar para se recuperar.</p>
<p>Xuxa chegou ao reality vendendo a idéia que tinha uma “missão” na casa, a de distribuir “harmonia”. Falou muitas vezes em Deus, na chance que Deus lhe deu etc e tal.</p>
<p>Tentou, desde o início, vender a idéia de que é um sujeito “zen”, uma imagem que não combina com quem costuma vê-lo na agitada vida noturna paulistana.</p>
<p>Também cultivou o hábito de só falar com os colegas em voz baixa, o que levou o ator Igor Cotrim a ironizá-lo em público, chamando-o de “homem-sussuro”.</p>
<p>Segundo a <a href="http://diversao.terra.com.br/afazenda2/interna/0,,OI4151757-EI14451,00-A+Fazenda+Defensores+de+animais+se+revoltam+contra+Xuxa.html">imprensa especializada</a>, foi flagrado pela câmaras do pay-per-view fazendo o que parecia ser uma brincadeira sexual com o cão Max, o que provocou protestos de entidades protetoras dos animais.</p>
<p>Não bastasse, Xuxa deu a entender que se apaixonou dentro da casa por Sheila Melo, ex-bailarina do Tchan. E ela, para completar, recusou o assédio. </p>
<p>A participação foi concluída com chave de ouro, no momento em que o ex-nadador se ofereceu para ir ao paredão, na certeza de que não seria eliminado. Segundo a Record, teve 54% dos votos. </p>
<p>Um vexame completo. </p>
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		<title>A quem interessa o valor do salário de Andrade?</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 22:15:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Andrade]]></category>
		<category><![CDATA[contrato]]></category>
		<category><![CDATA[Flamengo]]></category>
		<category><![CDATA[renovação]]></category>

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		<description><![CDATA[A negociação do técnico Andrade com o Flamengo em torno da renovação de seu contrato provocou dois tipos espantosos de reação de jornalistas e comentaristas esportivos. Para início de conversa, como sempre acontece quando há impasse entre clube de futebol e jogador ou técnico a respeito de salário, rapidamente alguém deixa vazar para a imprensa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A negociação do técnico Andrade com o Flamengo em torno da renovação de seu contrato provocou dois tipos espantosos de reação de jornalistas e comentaristas esportivos. </p>
<p>Para início de conversa, como sempre acontece quando há impasse entre clube de futebol e jogador ou técnico a respeito de salário, rapidamente alguém deixa vazar para a imprensa os valores envolvidos.</p>
<p>No caso de Andrade, magicamente, de uma hora para a outra, todo mundo ficou sabendo que o técnico campeão do Brasileiro ganhava R$ 50 mil mensais e que desejava continuar no Flamengo por um salário de R$ 200 mil. </p>
<p>O primeiro tipo de reação que essa conversa de Andrade com os cartolas do clube provocou foi de jornalistas que acham que o técnico está pedindo demais. Um conhecido colunista chegou a escrever que técnico de futebol não deve ganhar mais do que R$ 100 mil, R$ 150 mil mensais.</p>
<p>Nós, jornalistas, sabemos tudo. Assim, não espanta que também saibamos quanto deve ganhar o técnico do Flamengo&#8230; De onde ele tirou esses valores? Não importa. R$ 100 mil, R$ 150 mil está de bom tamanho para Andrade.</p>
<p>O outro tipo de reação é chamar esta negociação do técnico com o clube de “novela”. Ouvi no rádio jornalistas reclamarem desta “novela”, que não termina. Quem está com pressa? Andrade quer o melhor para ele, o clube idem. Por que isso incomoda aos jornalistas? </p>
<p>A negociação seria uma bela pauta, capaz de render várias notícias, se os repórteres tivessem interesse e paciência de apurar o que está por trás dessa “novela”. Mas, parece, eles querem as coisas mais fáceis. Querem dar a notícia do final da negociação. Apenas. Andrade renovou ou não renovou? Só isso parece interessar.</p>
<p>No primeiro caso, vejo um certo moralismo e paternalismo dos jornalistas que acham que sabem quanto Andrade tem o direito de receber como técnico. No segundo caso, um misto de moralismo com preguiça. Em ambos os casos, parece haver a sombra de uma pergunta: “Quem é você, Andrade, para pedir esse grana toda do Flamengo?” Lamento pelos leitores e ouvintes.</p>
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		<title>Bastidores do &#8220;show-fantasma&#8221; de Stanley Jordan</title>
		<link>http://www.mauriciostycer.com.br/bastidores-do-show-fantasma-de-stanley-jordan</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 21:08:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Quebrada Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Stanley Jordan]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebi de um jornalista conhecido o e-mail abaixo, no qual ele acrescente alguns detalhes à história que causou espanto nesta segunda-feira, em São Paulo: a notícia de que o guitarrista Stanley Jordan fez um show gratuito para apenas 17 pessoas na cidades. O relato sobre o show foi produzido pelo repórter Augusto Gomes e publicado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi de um jornalista conhecido o e-mail abaixo, no qual ele acrescente alguns detalhes à história que causou espanto nesta segunda-feira, em São Paulo: a notícia de que o guitarrista Stanley Jordan fez um show gratuito para apenas 17 pessoas na cidades.</p>
<p>O relato sobre o show foi produzido pelo repórter Augusto Gomes e publicado no <a href="http://musica.ig.com.br/noticias/2009/12/14/stanley+jordan+toca+para+17+pessoas+em+guaianases+9233246.html">iG Música</a>. O leitor que me escreve pede para não ser identificado. Segue o seu e-mail:</p>
<p><em>Na terça-feira passada, recebi o release da subprefeitura de Guaianases sobre a Quebrada Cultural &#8211; que, para mim, já peca desde o início pelo nome. Como de praxe, dei aquela lida dinâmica naquilo (duas linhas) que contextualizaria o evento. Em seguida, passei a me concentrar nas atrações, já que o release, afinal, não dizia nada.</p>
<p>Diferentemente do Augusto Gomes, não associei os nomes de outras atrações ao Fama ou ao Antonia. Mas o Stanley Jordan, fechando a programação, me assustou. Peguei o telefone, liguei na ass. imp. da sub em questão e perguntei: &#8220;Esse Stanley Jordan <strong>É</strong> o Stanley Jordan???&#8221;</p>
<p>O assessor disse não saber; desconhecia o guitarrista. Checaria e me retornaria com a resposta.</p>
<p>Quando me retornou, adiantou-se agradecendo: &#8220;Cara, obrigado. É ele mesmo! Poxa, o cara é fera&#8230;&#8221;</p>
<p>Sugeri ao assessor que, então, produzisse um release dando destaque à presença do músico, que, inclusive, toca com dois outros brasileiros espetaculares. Fui além e perguntei ao assessor o porquê de ele não ampliar, para este caso específico, seu mailing, incluindo editorias de artes, culturas e afins, pois, certamente, a atração chamaria a atenção. E ainda grifei: &#8220;Você viu quem é o cara!&#8221;</p>
<p>Quarenta minutos depois ele manda o novo release. Stanley no título, um parágrafo colado do wikipedia sobre o músico e o restante&#8230;</p>
<p>Juro que imaginei que ele talvez tivesse tomado a iniciativa de ampliar, de fato, seu mailing para a Quebrada Cultural de Guaianazes. Mas, aparentemente, a dimensão do significado do Stanley Jordan, gratuitamente, em Guaianazes, não foi exatamente compreendida.</p>
<p>Uma pena. Para todos &#8211; músicos, comunidade, profissionais envolvidos.</p>
<p>O que vale neste comentário? Os releases, original e modificado, que mando colados.</p>
<p>Peço somente para não ser citado nominalmente. Não vejo necessidade.</em></p>
<p><em>Primeiro release:</em></p>
<p><strong>Quebrada Cultural agita Guaianases neste fim de semana</strong></p>
<p>A Subprefeitura Guaianases, através da Supervisão de Cultura, realizará neste sábado e domingo, 12 e 13 de dezembro, a Quebrada Cultural. Ao todo serão 16 bandas, de ritmos diferentes, que vão se apresentar na Praça de Eventos, Estrada Itaquera-Guaianases, esquina com Avenida Ribeirão. </p>
<p>Confira a programação:</p>
<p>Dia 12 de dezembro (sábado)                Dia 13 de dezembro (domingo)<br />
Zé da Vaca &#8211; 12 horas                               Adão Conta Aders &#8211; 10 horas<br />
Sublime Encanto &#8211; 13 horas                      Porque? &#8211; 11 horas<br />
Da Melhor Qualidade &#8211; 14 horas               Douglas Menezes &#8211; 12 horas<br />
Doce Encontro &#8211; 15 horas                          Dmn &#8211; 13 horas<br />
Os Travessos &#8211; 16 horas                            Quelynah &#8211; 14 horas<br />
Trio Sabia &#8211; 17 horas                                  OBMJ &#8211; 15 horas<br />
Anastasia &#8211; 18 horas                                   Stanley Jordan e Dudu Lima &#8211; 16 horas<br />
Funk e Cia &#8211; 19 horas<br />
BNegão &#8211; 20 horas</p>
<p><em>e o novo, produzido após o &#8216;alerta&#8217;:</em></p>
<p><strong>Músico americano Stanley Jordan se apresenta<br />
na Quebrada Cultural de Guaianases</strong><br />
O fim de semana musical terá ainda shows com o grupo Doce Encontro, a Banda Funk e Cia, a Orquestra Brasileira de Música Jamaicana (OBMJ), entre outros</p>
<p>Uma atração internacional, o guitarrista e jazzista americano Stanley Jordan estará se apresentando na Quebrada Cultural de Guaianases, que acontece no próximo fim de semana, dias 12 e 13 de dezembro, na Praça de Eventos (Estrada Itaquera-Guaianases, esquina com a Avenida Ribeirão).</p>
<p>Nascido em Chicago, Stanley Jordan tem 50 anos de idade e é considerado um dos melhores guitarristas do mundo. Em seu repertório, traz muita influência da música brasileira, tendo se apresentado por várias cidades do país. Em Guaianases, Stanley terá como parceiro de palco um brasileiro, o baixista Dudu Lima.   </p>
<p>A Quebrada Cultural terá um total de 16 shows, de variados ritmos, como forró, pagode, hip-hop, rock e jazz. No sábado, a partir das 12 horas, o público poderá apreciar os pagodeiros dos grupos Doce Encontro e Os Travessos, o forró do Trio Sabiá e a batida do Funk e Cia e do BNegão, entre outros. No domingo será a vez do hip-hop da brasileira Quelynah, da música jamaicana da Orquestra Brasileira de Música Jamaicana (OBMJ), do jazz de Stanley Jordan e Dudu Lima, e de mais atrações. </p>
<p>A Quebrada Cultural é organizada pela Secretaria Municipal de Cultura em conjunto com a Supervisão de Cultura da Subprefeitura Guaianases. </p>
<p>Confira a programação:</p>
<p>Dia 12 de dezembro (sábado)                Dia 13 de dezembro (domingo)<br />
Zé da Vaca &#8211; 12 horas                               Adão Conta Aders &#8211; 10 horas<br />
Sublime Encanto &#8211; 13 horas                      Porque? &#8211; 11 horas<br />
Da Melhor Qualidade &#8211; 14 horas               Douglas Menezes &#8211; 12 horas<br />
Doce Encontro &#8211; 15 horas                          Dmn &#8211; 13 horas<br />
Os Travessos &#8211; 16 horas                            Quelynah &#8211; 14 horas<br />
Trio Sabiá &#8211; 17 horas                                  OBMJ &#8211; 15 horas<br />
Anastasia &#8211; 18 horas                                   Stanley Jordan e Dudu Lima &#8211; 16 horas<br />
Funk e Cia &#8211; 19 horas<br />
BNegão &#8211; 20 horas</p>
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		<title>“A Fazenda” vai para o tudo ou nada</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 14:25:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
				<category><![CDATA[televisão]]></category>
		<category><![CDATA[A Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[Igor Cotrim]]></category>
		<category><![CDATA[Mauricio Manieri]]></category>
		<category><![CDATA[Sheila Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Xuxa]]></category>

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		<description><![CDATA[Contra as indicações apontadas em diferentes enquetes, o ator Igor Cotrim sobreviveu ao último paredão de “A Fazenda” e continua no jogo. É uma boa notícia para o reality. Com a audiência em queda, o programa produziu poucas surpresas até agora – e a saída de Igor seria um golpe duro. Patinho feio num ambiente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Contra as indicações apontadas em diferentes enquetes, o ator Igor Cotrim sobreviveu ao último paredão de “A Fazenda” e continua no jogo. É uma boa notícia para o reality. Com a audiência em queda, o programa produziu poucas surpresas até agora – e a saída de Igor seria um golpe duro.</p>
<p>Patinho feio num ambiente dominado por dançarinas, modelos, atores e atrizes candidatos a galã, Igor adotou a estratégia de falar o que pensa. Trouxe de casa uma camiseta com a inscrição “Fazendo na Fazenda”, que voltou a vestir neste domingo, e segue provocando atritos com os colegas de confinamento, sempre com tiradas espirituosas e sarcásticas.</p>
<p>Há dez dias, ao ser repreendido por Sheila, a ex-dançarina do Tchan, por ter feito uma brincadeira de mau gosto, respondeu: “A gente tem que ficar vendo elas balançando a bunda, fazendo dança do créu. É vulgar ficar o tempo inteiro balançando a bunda desse jeito”.  </p>
<p>Sempre expressando seu enfado, sua irritação ou indignação com caretas, Igor tem presença forte no programa. A penúltima confusão foi com Xuxa, a quem apelidou ao vivo de “homem-sussurro”, pela forma com que o ex-nadador se relaciona com os demais competidores. </p>
<p>A mais recente discussão deu-se com o músico Mauricio Manieri, a quem chamou de “cretino”. Ironizando o apoio que o rival recebeu de alguns participantes dentro da casa, Igor cunhou outro termo engraçado, apelidando o grupo de “Manieri e as marionetes”. </p>
<p>Além de manter Igor na casa, “A Fazenda” tenta apimentar o programa oferecendo um prêmio de R$ 150 mil ao vencedor das tarefas que serão disputadas ao longo desta semana. Não prevista, é uma atração e tanto, além do prêmio de R$ 1 milhão a ser entregue no final, ao vencedor do confinamento.</p>
<p>Com Igor em cena, disposto a partir para o tudo ou nada, e esse anabolizante de R$ 150 mil, “A Fazenda” tenta chegar ao final do ano em situação mais confortável nos índices de audiência. Não vai ser fácil&#8230;</p>
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		<title>Tostão ensina jornalista esportivo a se comportar</title>
		<link>http://www.mauriciostycer.com.br/tostao-ensina-jornalista-esportivo-a-se-comportar</link>
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		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 15:48:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Sei que elogiar Tostão é chover no molhado, mas não posso deixar passar em branco a coluna deste domingo, na “Folha”. Em mais uma aula, o ex-jogador começa comentando as críticas que recebeu de Mario Sergio, então técnico do Inter, depois de ter escrito que ele parecia um Professor Pardal, tentando reinventar a roda do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sei que elogiar Tostão é chover no molhado, mas não posso deixar passar em branco a coluna deste domingo, na “Folha”. Em mais uma aula, o ex-jogador começa comentando as críticas que recebeu de Mario Sergio, então técnico do Inter, depois de ter escrito que ele parecia um Professor Pardal, tentando reinventar a roda do futebol.</p>
<p>Naquele tom único que consegue dar a seus textos, ao mesmo tempo firme, claro e de uma generosidade sem tamanho, Tostão oferece uma lição que Mario Sergio jamais esquecerá: “Por eu ter sido um jogador, acham que eu deveria ser menos crítico e mais condescendente, como fazem alguns ex-atletas comentaristas”.</p>
<p>Estamos ainda na metade do texto e Tostão, então, dá uma outra aula, desta vez a jornalistas esportivos e estudantes interessados em seguir esta especialidade. Ele explica que sempre recusa convites do Cruzeiro para participar de eventos do clube. E justifica: “Não vou a esses e a outros encontros, no Cruzeiro e em outros lugares, porque não quero perder a liberdade e a independência de criticar e elogiar”.</p>
<p>E, então, o texto entra na sua melhor parte, um curso de jornalismo em três parágrafos, nos quais Tostão lembra que “o mundo do futebol é parecido com o da política (&#8230;) O Brasil é o país da troca de favores, do ‘é dando que se recebe’, das patotas, do corporativismo e do nepotismo”.</p>
<p>A lição final é que jornalista esportivo não pode ser amigo das suas fontes. Fonte é fonte e amigo é amigo – lembra o craque. “O corrupto costuma ser tão social, tão gentil,que até parece ser sério. Para diminuir bastante a corrupção, não bastam duras leis. É preciso também diminuir a promiscuidade social”. Mais claro, impossível.</p>
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		<title>De casa nova</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 14:10:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[despedida]]></category>
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		<category><![CDATA[UOL]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde que publiquei o livro “História do Lance!”, em abril de 2009, cogitava criar um espaço na internet onde pudesse reunir informações a respeito do trabalho, de maneira a divulgá-lo e facilitar a consulta de pessoas interessadas no assunto. De forma amadora, na ocasião, criei um blog, onde concentrei as referências ao livro publicadas na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que publiquei o livro “História do Lance!”, em abril de 2009, cogitava criar um espaço na internet onde pudesse reunir informações a respeito do trabalho, de maneira a divulgá-lo e facilitar a consulta de pessoas interessadas no assunto. </p>
<p>De forma amadora, na ocasião, criei um <a href="http://blig.ig.com.br/historiadolance/">blog</a>, onde concentrei as referências ao livro publicadas na imprensa. Agora, com a ajuda profissional da designer Laura Daviña, inauguro este espaço arejado, elegante e, mais importante, de várias utilidades.</p>
<p>Além das informações sobre o livro, reuni aqui, também, alguns textos de maior densidade que apresentei em congressos ou publiquei em revistas acadêmicas. E, como dá para notar, também abri um blog.</p>
<p>Mais que um blog, na verdade, este espaço nasce com vocação, neste momento, para funcionar como um mural, onde posso transmitir avisos e informações. </p>
<p>Aproveito esta inauguração, então, para agradecer do fundo do coração as dezenas de manifestações carinhosas que recebi sexta-feira no Twitter, de velhos e novos amigos, sobre o texto em que me despedia dos leitores do iG. Fiquei, de fato, surpreso, comovido e sem saber o que dizer a tanta gente que escreveu para falar que gosta do que eu escrevo e acompanha o meu trabalho.</p>
<p>A todos que manifestaram interesse, informo que, a partir de janeiro, dou início a uma nova etapa do meu trabalho, no portal UOL. </p>
]]></content:encoded>
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		<title>A educação pelo leitor</title>
		<link>http://www.mauriciostycer.com.br/a-educacao-pelo-leitor</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 19:58:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de um ano e meio, estou deixando o iG, onde fui alfabetizado em matéria de Internet, em direção a um novo desafio profissional. Roubo de um dos mais famosos poemas de João Cabral de Mello, “A Educação pela Pedra”, o título deste texto com que pretendo me despedir dos leitores deste blog. Porque, se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de um ano e meio, estou deixando o iG, onde fui alfabetizado em matéria de Internet, em direção a um novo desafio profissional. Roubo de um dos mais famosos poemas de João Cabral de Mello, “A Educação pela Pedra”, o título deste texto com que pretendo me despedir dos leitores deste blog.</p>
<p>Porque, se João Cabral extraiu da pedra a dicção de sua poesia, posso afirmar que descobri, no contato diário com os leitores, uma dimensão do jornalismo que teimei muitos anos em ignorar.</p>
<p>Escrevi, até esta sexta-feira, 538 textos para o blog e colhi 29.919 comentários a respeito do que foi publicado aqui. Como repórter especial do iG, produzi mais de duas centenas de reportagens e críticas, no período, publicadas em páginas do Último Segundo, no Esporte e no Babado, com outros milhares de comentários.</p>
<p>Conheci os mais variados tipos de leitores. Alguns poucos, fiéis, passavam quase todo dia e deixavam algum sinal de sua presença. A maioria, eventual, aparecia em função dos variados temas que propus.</p>
<p>Conheci, e sou muito grato, a todos que vou simbolizar aqui na figura do “leitor-colaborador” – aquele que lê e, rapidamente, comunica um erro, lembra de algo que o autor esqueceu, sugere um link, recomenda algo que pode complementar o post.</p>
<p>Também quero agradecer muito ao “leitor-crítico” – todos aqueles que tiveram a paciência de apresentar idéias em contraste com as minhas, propor visões diferentes, questionar o meu ponto de vista, sugerir novos enfoques.</p>
<p>Aprendi muito, ainda, com o “leitor-tropa-de-choque”, que entrou neste blog para manifestar a sua revolta com as idéias do blogueiro e, mesmo num tom de voz alto, exaltado, me ajudou a entender como devo ter cuidado com o impacto das minhas palavras.</p>
<p>Sem demagogia, colhi lições até do “leitor-covarde”, a pior espécie que habita a Internet – aqueles sujeitos, protegidos pelo anonimato, especialistas em defender interesses escusos, ofender quem pensa diferente deles e alimentar o terror.</p>
<p>O curso sobre Internet que tive no período também contou com lições fundamentais dos meus generosos companheiros de trabalho, Caio Túlio Costa, Mario Vitor Santos, Alessandra Blanco, Mariana Castro, Gian Oddi e as dedicadas equipes do Último Segundo, iG Esporte e Babado. Desejo muito sucesso, a todos que permanecem, nesta nova fase do iG.</p>
<p>Como disse no início, creio que fui alfabetizado em matéria de Internet neste convívio diário, por um ano e meio, com os leitores. Sinto-me pronto para seguir adiante nesta mídia e convido, a quem se interessar, a acompanhar os próximos passos da jornada pelo meu <a href="http://twitter.com/mauriciostycer">Twitter</a>.</p>
<p>Deixo-os na companhia de João Cabral. Obrigado.</p>
<p><strong>A educação pela pedra </strong></p>
<p>Uma educação pela pedra: por lições;<br />
para aprender da pedra, freqüentá-la;<br />
captar sua voz inenfática, impessoal<br />
(pela de dicção ela começa as aulas).<br />
A lição de moral, sua resistência fria<br />
ao que flui e a fluir, a ser maleada;<br />
a de poética, sua carnadura concreta;<br />
a de economia, seu adensar-se compacta:<br />
lições da pedra (de fora para dentro,<br />
cartilha muda), para quem soletrá-la.</p>
<p>*<br />
Outra educação pela pedra: no Sertão<br />
(de dentro para fora, e pré-didática).<br />
No Sertão a pedra não sabe lecionar,<br />
e se lecionasse, não ensinaria nada;<br />
lá não se aprende a pedra: lá a pedra,<br />
uma pedra de nascença, entranha a alma.</p>
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		<title>A nova fase de Mano Brown</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 12:46:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mano Brown]]></category>
		<category><![CDATA[Racionais]]></category>
		<category><![CDATA[Rolling Stone]]></category>

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		<description><![CDATA[A confirmação, nesta quinta-feira, de que Mano Brown sairá na capa da próxima “Rolling Stone” é a notícia do dia no meio musical brasileiro. Famoso pela aversão à mídia tradicional, que ele sempre enxergou como inimiga, o líder dos Racionais vive uma nova fase, como ele mesmo diz à revista, em frase destacada pela coluna [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A confirmação, nesta quinta-feira, de que Mano Brown sairá na capa da próxima “Rolling Stone” é a notícia do dia no meio musical brasileiro. Famoso pela aversão à mídia tradicional, que ele sempre enxergou como inimiga, o líder dos Racionais vive uma nova fase, como ele mesmo diz à revista, em frase destacada pela coluna de Mônica Bergamo, na “Folha”: “Não posso ser refém de nada. Nem do rap. Aquele Mano Brown virou sistema viciado”. Sobre este assunto, escrevi, em 23 de novembro, o texto abaixo, publicado originalmente no <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/2009/11/23/mano+brown+e+racionais+ensaiam+guinada+pop+9154191.html">Último Segundo</a>:</em></p>
<p><strong>Mano Brown e Racionais ensaiam guinada &#8220;pop&#8221;</strong></p>
<p>Os sinais já estavam no ar, mas se intensificaram nas últimas semanas. O Racionais MC’s, mais importante e respeitado grupo de hip hop brasileiro, prepara-se para lançar um novo CD no qual deixa de lado, em algumas músicas, a temática de cunho social e a agressividade nas letras que sempre caracterizaram o grupo.</p>
<p>Além de canções sobre a “vida loka” dos jovens da periferia envolvidos com a miséria e o crime, celebrizadas em CDs como “Sobrevivendo no Inferno” e “1000 Trutas 1000 Tretas”, o grupo agora volta-se também para outros interesses e parceiros.</p>
<p>O sinal mais evidente desta guinada “pop” já circula no You Tube. Chama-se “Mulher Elétrica”. Bem-humorada, a letra da música contém trechos assim: “Ela é preta na cor loira no cabelo, ela é uma hora e meia em frente ao espelho. Ela é&#8230; Ela é Naomi, Ela é Clara, é Nunes, é Donna Summer, Rosa, é Sônia, Ela é Tereza, Ela é Ana, Ela é Glória, Ela é bem Brasil, me engana que eu gosto ela tem tristeza balança o swing rara beleza, Ela é&#8230;Onde vai&#8230;? Mulher Elétrica Mulher Elétrica 3000 volts”.</p>
<p>Como tudo que diz respeito a Mano Brown e os demais músicos do grupo, há muito segredo envolvido em seus novos movimentos. Uma das novidades – talvez a que venha causar mais surpresa para os fãs – é o rumor que Mano Brown estará na capa da revista “Rolling Stone”, cuja próxima edição chega às bancas no dia 10 de dezembro.</p>
<p>O editor-chefe da revista, Ricardo Cruz, diz não poder confirmar a informação, mas o Último Segundo ouviu de pessoas próximas aos Racionais que está tudo certo –as fotos, inclusive, já foram feitas.</p>
<p>Desde que surgiu à frente dos Racionais, no início dos anos 90, Mano Brown mantém o compromisso de não falar com a chamada grande imprensa. Oriundo do Capão Redondo, na zona Sul de São Paulo, o músico deu raras entrevistas nestes últimos 15 anos, normalmente apenas para veículos alternativos.</p>
<p>Outra novidade sobre Brown é a sua aproximação com a Banda Black Rio. O famoso grupo de funk e soul music, surgido na década de 70, retomou suas atividades no final dos anos 90, liderado por William Magalhães, filho do fundador da banda, Oberdan Magalhães.</p>
<p>Na última sexta-feira 20, Dia da Consciência Negra, Brown cantou quatro músicas no show que a Black Rio fez na Cinemateca Brasileira, em São Paulo, dentro das atividades do Seminário Internacional da Cultura Digital, um evento destinado a discutir políticas públicas para a área da comunicação.</p>
<p>Acompanhado do rapper Dom Pixote, Brown cantou “O Jogo é Hoje”, música feita por encomenda para a Nike e utilizada na trilha da promoção “Batalha das Quadras”. Originalmente um campeonato de futsal para jovens, no Rio e em São Paulo, realizado em 2008, “Batalha nas Quadras” gerou um CD promocional, produzido pelo músico Ice Blue, dos Racionais, com a presença de vários jovens artistas do hip hop.</p>
<p>A primeira faixa, que dá nome ao disco, intitula-se justamente “O Jogo é Hoje”, e é uma parceria entre Brown (que assina “MB”) e Pixote. A música fala da ansiedade antes de uma partida de futebol, e é outro sinal de mudança de foco das preocupações de Brown e seus colegas dos Racionais.</p>
<p>Chamado de “presidente” por William Magalhães, Brown vestia uma vistosa camisa pólo da Nike, com o logo da empresa estampado no peito – modelo idêntico ao que Pixote usava. Estava bem-humorado, à vontade e simpático – outra novidade para quem já viu algum show dos Racionais.</p>
<p>O Último Segundo ouviu de fontes ligadas à promoção do show que a Nike teria interesse em adquirir os direitos de “O Jogo é Hoje” para utilizá-la em outras campanhas da marca, mas a empresa nega. A Nike “adoraria”, nas palavras de um executivo, ter relações com Mano Brown, “assim como com Gisele Bundchen” e outros formadores de opinião deste quilate.</p>
<p>Em 2007, durante entrevista ao programa “Roda Viva”, da TV Cultura, Mano Brown travou um curioso diálogo com Ricardo Cruz, o editor da revista “Rolling Stone”, na qual reconhece que, para ele mesmo e para seus fãs, soa estranho utilizar roupas e tênis do fabricante americano.</p>
<p>Pergunta: Você conseguiu, Brown, fazer uma revolução interna no seu jeito de ser, de pensar? Você conseguiu lutar contra os seus, suas próprias contradições, seus próprios medos? Você consegue isso hoje?</p>
<p>Resposta: Na verdade, as contradições só acabam quando morre, né? Tipo, eu era um cara, hoje eu estou de Nike no pé, mas eu já xinguei a Nike muito por aí. Entendeu? Mas eu descobri também que a Adidas não me dá nada se ficar falando mal da Nike. Eu derrubo um e levanto a outra. A Adidas é dos alemães, não são nada. Estou de Nike, o KL Jay não usa Nike, vai ver o Nike que o Blue tá no pé? Entendeu? É contradição, Racionais é isso, é quatro caras, quatro mentes, quatro idéias, entendeu, meu? Eu sou o mais confuso dos quatro sou eu mesmo.</p>
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		<title>“Cinquentinha” opta pelo riso fácil da caricatura</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 12:16:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>
		<category><![CDATA[Aguinaldo Silva]]></category>
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		<category><![CDATA[Rede Globo]]></category>
		<category><![CDATA[série]]></category>
		<category><![CDATA[Wolf Maia]]></category>

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		<description><![CDATA[Aguinaldo Silva é um dos mais bem-sucedidos autores da Rede Globo. Fã de “Tom &#38; Jerry”, ele entende que o bom vilão, na tevê, deve ser sempre um canastrão. Como Tom. “Ele esmaga aquele ratinho mil vez por dia, prepara as armadilhas mais ardilosas, mas sempre leva a pior, e todo mundo morre de rir”, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/files/2009/12/cinquentinha-300x200.jpg" alt="cinquentinha" width="300" height="200" class="alignleft size-medium wp-image-5307" />Aguinaldo Silva é um dos mais bem-sucedidos autores da Rede Globo. Fã de “Tom &amp; Jerry”, ele entende que o bom vilão, na tevê, deve ser sempre um canastrão. Como Tom. “Ele esmaga aquele ratinho mil vez por dia, prepara as armadilhas mais ardilosas, mas sempre leva a pior, e todo mundo morre de rir”, diz o autor em seu depoimento ao livro “Autores, Histórias da Teledramaturgia”.</p>
<p>“Cinquentinha”, a série em oito capítulos que estreou nesta terça-feira, não tem um vilão com essas características, mas quatro: são as três viúvas de Daniel (José Wilker), Lara (Susana Vieira), Mariana (Marília Gabriela) e Rejane (Betty Lago), além de Leonor (Maria Padilha), todas inimigas entre si.</p>
<p>Com direção-geral de Wolf Maia, parceiro de Aguinaldo Silva em outras aventuras, “Cinquentinha” adota o tom da caricatura, do humor sem sutileza, disposto a fazer o público rir de qualquer maneira. Tudo é exagerado, avacalhado, chapado – quase um programa estrelado por Didi Mocó.</p>
<p>Todos os bons temas sugeridos por Aguinaldo Silva se diluem, em meio ao clima adotado para contar a história. A atriz em decadência é uma piada ambulante, na interpretação exagerada (e sem jeito) de Susana Vieira. O mesmo vale para o conflito, tratado de forma grotesca, da avó Rejane (Betty Lago) com a neta, que está namorando um homem negro, morador da favela.</p>
<p>Mesmo uma ousadia de Aguinaldo Silva se perdeu, na estreia, soterrada pelo clima de avacalhação geral. A fotógrafa Mariana, cinquentona que só namora garotos de 18 anos, encontra na balada uma colega dos tempos em que ambas eram estagiárias no jornal. Leila (Ângela Vieira) acaba levando Mariana para casa (e para a cama), mas a noitada termina, de manhã, em forma de galhofa, com a personagem de Marília Gabriela fugindo da casa da amiga com as roupas nas mãos.</p>
<p>Aguinaldo Silva defende a idéia que o autor de televisão deve escrever para agradar ao público. “Você está fazendo novela para quê? Para conseguir audiência e agradar o telespectador. É para fazer sucesso, não é por outra razão. Então, é um absurdo se colocar contra o que o espectador quer”. Pano rápido.</p>
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		<title>Torcida mantém Botafogo na primeira divisão</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 12:32:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Botafogo]]></category>
		<category><![CDATA[o Glorioso!]]></category>
		<category><![CDATA[Os dez mais do Botafogo]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Marcelo Sampaio]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Porto]]></category>
		<category><![CDATA[torcida]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar da vocação deste time para disputar a Série B, o Botafogo encontrou, quase que por milagre, o caminho para permanecer na primeira divisão. Como há muito tempo não se via, a torcida fez a diferença nos últimos dois jogos disputados no Engenhão, contra o São Paulo e o Palmeiras. Os rivais adoram brincar que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/files/2009/12/botafogo-torcida-300x199.jpg" alt="botafogo torcida" width="300" height="199" class="alignleft size-medium wp-image-5293" />Apesar da vocação deste time para disputar a Série B, o Botafogo encontrou, quase que por milagre, o caminho para permanecer na primeira divisão. Como há muito tempo não se via, a torcida fez a diferença nos últimos dois jogos disputados no Engenhão, contra o São Paulo e o Palmeiras.</p>
<p>Os rivais adoram brincar que a torcida do Botafogo cabe numa Kombi. Como a auto-estima do botafoguense não é lá essas coisas, estamos sempre precisando provar que temos uma torcida de verdade, apaixonada e dedicada, capaz de lotar qualquer estádio.</p>
<p>O Engenhão, nesse sentido, veio bem a calhar. Ele parece perfeito para as dimensões atuais do Botafogo. Um estádio moderno, com capacidade para 44 mil torcedores, capaz de produzir aquele efeito que os jogadores sentem em campo.</p>
<p>Depois de levar 26 mil pessoas ao Engenhão contra o São Paulo, o Botafogo, desesperado, atraiu 38 mil torcedores neste último domingo, contra o Palmeiras. É verdade que a diretoria reduziu o preço dos ingressos, mas na situação em que o time estava, precisando vencer um dos líderes do campeonato para se salvar, esse número mostra que a torcida deu prova de coragem, dedicação e amor pelo time.</p>
<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/files/2009/12/Botafogo-glorioso-207x300.jpg" alt="Botafogo glorioso" width="207" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-5292" />Curiosamente, essa reta final do Brasileiro, triste para o Botafogo, lutando contra o rebaixamento, coincide com o lançamento de uma nova fornada de livros sobre o time. São quatro títulos que, ao iluminar as glórias e lembrar os heróis que já vestiram a camisa alvinegra, ajudam a explicar a paixão de seus torcedores.</p>
<p>Três desses livros integram a coleção “Paixão Entre Linhas”, da editora Leitura, dedicada aos doze principais times do Brasil. Os volumes vem acondicionados em uma caixa com as cores da bandeira do time. O livro principal, “Botafogo: o Glorioso!”, é de autoria de um dos mais famosos jornalistas botafoguenses, o apaixonado Roberto Porto, autor de outro livro essencial para o torcedor alvinegro, “Botafogo, 101 Anos de Histórias”.</p>
<p>Neste “O Glorioso!”, Porto relembra histórias saborosas, desde os primórdios, detendo-se, naturalmente, nos períodos mais gloriosos (décadas de 50 e 60) e chegando até 1995, ano da conquista do Brasileiro pelo Botafogo. Como todos os títulos desta coleção, o do Botafogo é acompanhado por um livro infantil, “Uma Estrela Solitária que Conduz”, de Eduardo Ávila, e um pequeno volume com dados históricos sobre o time.</p>
<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/files/2009/12/Botafogo-10-mais-198x300.jpg" alt="Botafogo 10 mais" width="198" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-5291" />O outro lançamento é “Os Dez Mais do Botafogo”, do jornalista Paulo Marcelo Sampaio. O livro integra uma coleção da Maquinária Editores, que já lançou livros semelhantes sobre outros times.</p>
<p>Como nos demais volumes, a seleção dos &#8220;dez mais&#8221; é feita a partir das indicações de dez torcedores ilustres. O que diferencia o livro dedicado ao alvinegro é a qualidade dos dez nomes escolhidos: Heleno de Freitas, Nilton Santos, Garrincha, Didi, Zagallo, Manga, Gerson, Jairzinho, Paulo Cezar e Túlio.</p>
<p>Não preciso dizer nada sobre esses dez jogadores que brilharam com a camisa do Botafogo. É em nome deles, e de muitos outros que não couberam no livro de Paulo Marcelo Sampaio, que os torcedores foram ao Engenhão neste domingo empurrar o time. Que o Botafogo volte, em 2010, a honrar a sua tradição. A sua torcida merece.</p>
<p>No iG Esporte há uma <a href="http://esporte.ig.com.br/futebol/2009/12/09/garrincha+nilton+santos+e+jairzinho+sao+unanimidades+na+lista+dos+dez+mais+do+botafogo+9228862.html">enquete</a> para saber, entre os dez mais do Botafogo, qual é o preferido do leitor.</p>
<p><em>Crédito da foto da torcida, domingo, 6 de dezembro, no Engenhão: Gazeta Press</em></p>
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		<title>A encantadora vida dos personagens sem charme</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 16:27:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Anna Muylaert]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Abujamra]]></category>
		<category><![CDATA[Durval Discos]]></category>
		<category><![CDATA[É Proibido Fumar]]></category>
		<category><![CDATA[Gloria Pires]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Miklos]]></category>

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		<description><![CDATA[Numa cena sem maior importância de “É Proibido Fumar”, Baby (Gloria Pires), a solitária protagonista da história, está dentro do elevador lotado do prédio em que mora, no bairro de Santa Cecília, em São Paulo. Ela divide o acanhado ambiente com o síndico Pepe (Antonio Abujamra), seu filho Pablo e seu neto Diego. Quem não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.mauriciostycer.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Proibido-fumar.jpg" alt="Proibido fumar" width="500" height="333" class="alignleft size-large wp-image-5280" />Numa cena sem maior importância de “É Proibido Fumar”, Baby (Gloria Pires), a solitária protagonista da história, está dentro do elevador lotado do prédio em que mora, no bairro de Santa Cecília, em São Paulo. Ela divide o acanhado ambiente com o síndico Pepe (Antonio Abujamra), seu filho Pablo e seu neto Diego.</p>
<p>Quem não conhece Pablo e Diego precisa ir aos créditos finais para saber que o primeiro é vivido pelo músico André Abujamra e o segundo é o garoto José Abujamra. São, como o leitor pode suspeitar, filho e neto do grande ator, que faz Pepe. E mais: André é ex-marido de Anna Muylaert, a diretora do filme, e José é filho de ambos.</p>
<p>Mais que uma ação entre amigos, essa reunião dentro do elevador diz muito do que Anna Muylaert pretendeu fazer e, com muito talento, alcançou neste seu segundo longa-metragem.</p>
<p>“É Proibido Fumar” é um filme pequeno e caloroso, um olhar muito carinhoso sobre a vida de dois personagens sem charme nenhum, narrado num registro próximo ao da comédia romântica, mas contido, quase sem tiques e exageros.</p>
<p>A trama está centrada no encontro de duas pessoas comuns, de classe média empobrecida, e suas vidinhas pouco empolgantes. Baby tem 40 anos, é solteira e dá aulas de violão no pequeno apartamento em que vive, seu único patrimônio, herança da mãe. Max (Paulo Miklos) é um músico de pouco sucesso, que gosta de Jorge Bem Jor, mas é obrigado a tocar samba em churrascaria para pagar o aluguel.</p>
<p>Max vai morar no apartamento vizinho ao de Baby e, assim, de uma hora para a outra, essas duas figuras cujas vidas não prometem nenhuma emoção maior vão começar a escrever uma história em comum.</p>
<p>O encontro dos dois personagens envolve amor, carinho e ciúme, mas não paixão. Parece ser a relação de duas pessoas maduras, que já viverem muitas coisas e, agora, controlam melhor seus sentimentos. O cigarro, que Baby fuma desesperadamente e Max abomina, é um elemento central na trama – o vilão que finge ser seu amigo – com inúmeras conotações possíveis.</p>
<p>“Durval Discos”, o filme de estreia de Anna Muylaert, já mostrava o seu bom olho para as miudezas do cotidiano de figuras meio fora do trilho, como o vendedor de LPs, vivido por Ary França, resistente à “modernidade”, no bairro de Pinheiros, também em transformação. “É Proibido Fumar” vai além, ao expor uma cineasta segura, madura e muito talentosa.</p>
<p>Só espero que o público supere a preguiça de ver apenas filmes brasileiros com cara e ritmo de novela da Globo e não deixe “É Proibido Fumar” passar despercebido. Uma boa reportagem sobre o filme, publicada nesta quinta-feira no Último Segundo, pode ser lida <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/2009/12/03/com+gloria+pires+e+paulo+miklos+e+proibido+fumar+une+musica+e+comedia+nos+cinemas+9191005.html">aqui</a>.</p>
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		<title>Em guerra com a Record, Globo homenageia Lombardi</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 23:26:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
				<category><![CDATA[televisão]]></category>
		<category><![CDATA[Daniela Beyruti]]></category>
		<category><![CDATA[Globo]]></category>
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		<category><![CDATA[Marinho]]></category>
		<category><![CDATA[Record]]></category>
		<category><![CDATA[SBT]]></category>
		<category><![CDATA[Silvio Santos]]></category>

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		<description><![CDATA[Pela importância que adquiriu no imaginário do brasileiro nos últimos 40 anos, o locutor Luiz Lombardi Neto merece todas as homenagens, inclusive o destaque que ganhou na edição do “Jornal Nacional” na noite de quarta-feira. Além de ter sido mencionada entre as principais notícias do dia, a morte de Lombardi foi objeto de uma reportagem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pela importância que adquiriu no imaginário do brasileiro nos últimos 40 anos, o locutor Luiz Lombardi Neto merece todas as homenagens, inclusive o destaque que ganhou na edição do “Jornal Nacional” na noite de quarta-feira. Além de ter sido mencionada entre as principais notícias do dia, a morte de Lombardi foi objeto de uma reportagem generosa do principal noticiário da Globo, com direito, até, a uma imagem de Silvio Santos.</p>
<p>Não custa lembrar que, até recentemente, o SBT de Silvio Santos era o principal concorrente da Globo e orgulhava-se de ocupar a vice-liderança. Era um rival guerrilheiro, mas pouco ameaçador, e suas eventuais vitórias no Ibope, como ocorreu com “Casa dos Artistas”, eram vistas com um misto de espanto e desprezo.</p>
<p>O quadro mudou nos últimos anos, com a ascensão da Record, culminando com a perda, pelo SBT, da vice-liderança. Como se sabe, diferentemente da emissora de Silvio Santos, a rede da Igreja Universal do Reino de Deus não se orgulha nem se satisfaz com o segundo lugar. Quer alcançar a liderança da Globo – e essa disputa entre as duas emissoras tem provocado lances ferozes, que não cabe aqui, neste momento, comentar.</p>
<p>O fato é que não apenas o SBT lamenta ter perdido a vice-liderança para a Record, como também a Globo. Enxergo na cobertura simpática da morte de Lombardi mais um lance deste quadro – uma sinalização da emissora da família Marinho à concorrência.</p>
<p>Em junho de 2008, Daniela Beyruti, herdeira e sucessora de Silvio Santos, deu uma raríssima entrevista, publicada na revista “Poder”. Ao longo da conversa, conduzida por mim e pela jornalista Simone Galib, Daniela falou com muito carinho da Globo, como pode-se ler no trecho a seguir:</p>
<p><em>No ano passado (2007), fiz um estudo da grade da Globo. Aprendi a ter um respeito e uma admiração muito particular. É tão bem programado com o hábito do brasileiro. É muito legal. Eles têm uma programação direcionada. A gente era a segunda opção. Quando você perde isso, você se pergunta: “Onde eu me perdi? O que aconteceu?” Só quando você perde, você se depara com esta questão.</em></p>
<p>Enfim, melhor para os espectadores do “Jornal Nacional” que Lombardi tenha merecido uma reportagem à altura da sua importância. Só tenho dúvidas se essa situação teria ocorrido em outro momento.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/y_sijyZq7QM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/y_sijyZq7QM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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