O carro de luxo como suporte da arte

O carro de luxo como suporte da arte

                        

No início da década de 70, a BMW começou a montar uma coleção de “carros de arte”. Desde então, artistas famosos vem sendo convidados (desafiados) a transformar diferentes modelos BMW em telas, com a liberdade de fazer o que bem entenderem com os carros. A coleção ostenta hoje 16 veículos, que são eventualmente exibidos em museus. Uma pequena mostra será vista ainda em março em Nova York, relata o “New York Times” neste domingo.

Sempre haverá quem diga que “estragaram” os carros. Não vejo assim. Para além da boa publicidade que a marca conquista, a iniciativa resultou, até hoje, em belos trabalhos de arte. Alguns exemplos nesta página (clique na imagem para ampliá-la): acima, à esquerda um modelo BMW Zi pintado pelo alemão A.R. Penck em 1991, e à direita um 320i revisto pelo artista pop Roy Lichtenstein, em 1977; abaixo, à esquerda, modelo 525i, transformado pela sul-africana Esther Mahlangu (1991), e à direita um 850 CSi adaptado por David Hockney em 1995.

 

3 Replies to “O carro de luxo como suporte da arte”

  1. isso me lembra uma piada clássica do Jerry seinfield.
    Jerry: Axo que ele se converteu ao judaismo só para fazer piadas sobre judeus.
    Padre: e isso te ofende como judeu?
    Jerry: Não,isso me ofende como comediante.

  2. “Dona Ana Carolina, esse aviso é pra senhora e pra dona Naiá: esse alicate não está esterilizado, a dona Naiá é diabética, se essa merda inflamar, eu vou arrancar o seu braço. Então para de brincar com o alicate”.
    Maurício queria muito ler um comentário seu a respeito da total falta de respeito do sr. Boninho, no comentário feito acima.

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