A aventura da equipe brasileira de curling em Dakota do Norte, antecipada neste blog, terminou, como se previa, com um massacre. A seleção americana venceu a série melhor de cinco, disputada neste final de semana, por 3 a 0. O primeiro jogo terminou 13 a 2, placar idêntico ao do segundo jogo. Já no terceiro, a derrota foi um pouco menos dolorosa: 11 a 5. Na soma dos resultados, daria 37 a 9.
Com esse resultado, a equipe americana se habilita a disputar o Campeonato Mundial de Curling, um resultado tão esperado quanto chuvas de verão em São Paulo. Essa disputa consumiu muito papel de imprensa e telas de computador porque, pela primeira na história, um time brasileiro desafiou um americano por uma vaga no Mundial. Como lembrou o “New York Times”, não existe uma única quadra de curling no Brasil. O desafio, por isso, teve o mesmo sabor que a participação da Jamaica nos Jogos Olímpicos de Inverno, em 1988, na modalidade de bobsled – uma história recontada no filme “Jamaica Abaixo de Zero, com John Candy.

No Brasil não tem curling mas tem bocha. Temos que pegar os técnicos de bocha para melhorar nosso curling.
O curling era minha única esperança de ir para uma olimpíada. Mas não fui atrás e agora no Brasil já tem jogadores melhores que eu nesse esporte (melhores, pois apenas um lançamento já dá mais experiência que a minha)
passei horas e horas de minha vida na frente da tv, jogando curling no Nintendo 96. ao fundo um bom jazz, na mesinha a lado um bom uísque. e mesmo em video game é tão vazio de emoção quanto ao vivo. recomendo vivamente.
saudades. vamos nos ver ou não?
abraço
alemão
Abraços .
Porém ao mesmo tempo, me desculpem.
1. Não sei o que é esse esporte.
2.Já estou acostumada a massacres dos Estados Unidos ao Brasil, só que em outros tantos assuntos.
3.Boa sorte a não sei quem da próxima vez.