Unisul x Globo: o modelo do voleibol brasileiro em questão

Unisul x Globo: o modelo do voleibol brasileiro em questão

A desistência de alguns patrocinadores em investir em times de vôlei no Brasil expõe um dos nós da chamada “modernização” ou “profissionalização” do esporte. A prática de encampar equipes, incorporando aos seus nomes a marca do patrocinador, ou mesmo a criação de times-empresas, apresenta um problema, até agora sem solução, para as empresas de comunicação.

Há menos de um mês, a Finasa anunciou o fim do patrocínio ao Osasco e, esta semana, a Unisul comunicou o término do seu projeto em Joinville. Em ambos os casos, argumentou-se que os patrocinadores estavam insatisfeitos com os veículos de comunicação, em particular as Organizações Globo, que só se referem às equipes pelos nomes das cidades, omitindo as marcas dos patrocinadores.

Em nota, a Unisul foi clara: “Uma das sugestões é condicionar à emissora que transmite com exclusividade os jogos, a exigência de mencionar os nomes verdadeiros das equipes, considerando que a televisão não pode se omitir no seu papel de ajudar a fortalecer uma modalidade do esporte que cresceu e se fortaleceu graças à abnegação e destemor de seus atletas e dirigentes.”

Além dos eventuais benefícios fiscais e dos ganhos de imagem, o patrocínio a uma equipe esportiva nos moldes praticados pelas principais empresas envolvidas com o voleibol traz a vantagem da chamada “mídia espontânea” – termo criado pelos publicitários para designar as aparições gratuitas, sem pagamento, da marca na mídia (tevês, jornais etc).

Calcula-se o número de vezes que a marca, digamos a Unisul, apareceu numa transmissão esportiva da Globo e compara-se com o custo de uma publicidade de 30 segundos na mesma emissora. Estima-se assim um valor de “mídia espontânea”, ou seja, gratuita, que beneficiou a marca.

Mesmo sem ser citada por narradores e repórteres, a marca aparece naturalmente durante uma transmissão nos uniformes e outros materiais usados pela equipe e exibidos ao longo da partida.

Em nota divulgada nesta segunda-feira, em resposta ao fim do projeto da Unisul, a Globo diz: “Do ponto de vista editorial, a citação indiscriminada de marcas comerciais por parte de narradores, comentaristas e repórteres poderia induzir o público a erro de julgamento quanto a independência, isenção e integridade que estes profissionais obrigatoriamente devem manter com relação a equipes e eventos esportivos”.

Qual o interesse de uma empresa de comunicação em proporcionar mídia espontânea para um potencial anunciante? Eis uma pergunta difícil de responder. Ao transmitir um campeonato de vôlei (um programa como qualquer outro), a Globo busca anunciantes que o tornem viável economicamente.

Diz a emissora em sua nota: “Além do propósito de apoiar o esporte, o expediente de utilizar marcas comerciais para dar nome às equipes e patrocinar ostensivamente projetos esportivos visa, evidentemente, à obtenção da chamada “mídia espontânea” – as empresas querem a citação gratuita das suas marcas, evitando adquirir espaço comercial para expor seus produtos ou serviços”.

A Globo lembra em sua nota que já adota esse procedimento há anos e, por isso, estranha que só agora tenha sido motivo de reclamação.

Não sou especialista no assunto, mas salta aos olhos neste conflito que há outros problemas em jogo, não enunciados nas notas da Unisul e da Globo. O que está em questão é o próprio modelo de manutenção de uma prática esportiva dependente exclusivamente da visibilidade da televisão.

54 Replies to “Unisul x Globo: o modelo do voleibol brasileiro em questão”

  1. Se fosse exclusivamente, o campeonato de vôlei nem existia…mas, é claro, que é um fator muito importante. A Globo tem uma postura errada nisso e, ao contrário do que dizem, não é de hoje que se critica essa postura (exemplo, Arena Kyocera).

    E digo mais…se continuar assim, é capaz do Fluminense abandonar o futebol. Tudo porque a Globo omite o verdadeiro nome da equipe: Flunimed

  2. Infelizmente o que interessa para a Globo é somente o futebol.Prova disso são os horarios de jogos à noite e nos domingos. Ronaldo, Corintians,Flamengo,etc…. As equipes aki do sul simplesmente não existem. Quantos títulos tem o Corintians e quantos tem o Inter e o Grêmio. E quanto ao vôlei, sinto muito e torço para que algum empresário com influência possa se interessar em patrocinar a Unisul. Depois querem que o esporte no Brasil tenha garra. Olhem o aconteceu com as atletas da ginástica,com a basquete,agora com o vôlei.Entendo que o futebol dá um retorno, mas não exageremos.Tomara que o Copa não venha para cá. Sinto vergonha .

  3. É triste e frustante viver assim. Quantos shows, jogos, apresentações, filmes, nós não assistimos devido à esta Globo? Manipuladora! Não informa jogos da Champions League, só para não dar Ibope para a concorrência! Também como ela iria chamar o Bayer Leverkussen? De BL que nem chama a Red Bull de RBR? Ah pára! Chega! Cansei de brincar deste jeito! Rídiculo! Eles pensam que nós somos Otários é? Isto só depõe contra eles.
    Brancaleone!

  4. Gente, sem defender ou acusar ninguém, acredito que não é nada fácil sustentar um emissora de televisão. Deve custar muito caro, e a gente sabe que aqui no nosso PAÍS todo mundo, ou grande parte da população, quer se dar bem, imagina o quanto se economiza em não pagar um anúncio vinculado para o Brasil inteiro de um banco ou uma empresa de laticinio?!!!
    Vamos ser coerentes e analisar as partes por igual. Todo mundo acha que a Record não age assim…ledo engano….Como diz o ditado…ninguém dá ponto sem nó!!!!

  5. A Globo está dando um tiro no próprio pé, quando ela compra os direitos, ela faz com que o(s) esporte(s) se adequem ao horário dela, colocando jogos de voley às 9 da manhã, futebol as 10 da noite.
    E se ela comprou os direitos é porque interessava economicamente o evento, independente dos times, ou seja, ela continuaria ganhando mesmo que falasse os nomes dos times corretamente.

  6. A Band, quando transmitia os jogos da antiga Liga Nacional de Voleibol, nunca omitiu os nomes dos patrocinadores.
    Se uma emissora consegue sobreviver fazendo a propaganda gratuita, pq a mais poderosa não conseguiria?

  7. mais uma coisa.
    A maioria dessas equipes mantêm nas cidades projetos sociais e de iniciação esportiva.
    Será que vale a pena perder tudo isso pq uma rede de tv que se acha dona do país não quer fazer “propaganda” dos verdadeiros incentivadores do esporte?

  8. Diz a emissora em sua nota: “…as empresas querem a citação gratuita das suas marcas, evitando adquirir espaço comercial para expor seus produtos ou serviços”.

    Ora, Dona Globo: Os milicos que VC colocou no poder (com a ajuda da Time e do Tio Sam), já foram devidamente defenestados. Lembrar que a Sra. adota esse procedimento há anos e por isso todo mundo tem que se comportar como vaquinhas do seu presépio, é o mesmo que imaginar que a ditadura nunca acabaria no Brasil. Se liga, ô dinossauro do autoritarismo. Viva A Record! Viva a Band!

  9. É preciso diferenciar o que é patrocínio e o que é a equipe.
    Todos os times de futebol tem patrocínio, e nem por isso mudam seus nomes.
    No caso do Voley, as equipes são Osasco e Unisul, por que a cada mudança de patrocínio tem que mudar o nome?
    Todos os veículos de mídia vivem dos anunciantes, por que uns querem ganhar mais que os outros?

  10. A Rede Globo se gaba tanto em dar apoio ao esporte brasileiro, mas na prática não é bem o que se vê. Este é um dos tantos exemplos de falta de apoio da empresa para com o esporte do brasil. A Globo deveria ser um pouco menos capitalista neste caso e ser uma grande disseminadora e socializadora do esporte brasileiro.

  11. Quem vende a transmissão para as empresas de
    TV? Será que os culpados são somente as empresas de cominucação?

  12. A Globo disse que empresas querem a citação gratuita das suas marcas? A empresa gasta uma fortuna para manter uma equipe de voleibol e a Globo diz que é citação gratuita? Essa emissora é ridícula! Não tem nenhum interesse no investimento real que é feito no esporte. Ora, são essas empresas que há muito tempo realmente investem no esporte, e são responsáveis em grande parte por revelar as grandes jogadoras brasileiras que hoje são campeãs olímpicas. A atitude da Globo não tem sentido.

  13. Se está errado há anos, agora chegou o momento de arrumar.
    Qual é o problema de mencionar o nome correto do time?
    Ex. Osasco/Finasa.

    É o cúmulo do absurdo, cobrar dos políticos é muito fácil, cortar na própria carne e ninguem quer.

  14. Não precisamos ir muito longe. A Globo perdeu o direito de transmitir as proximas olímpiadas para a Record, sinal que não anda bem das pernas. É visível que existe a preferencia dela por alguns times como Corinthians (melhor dizendo, Ronaldo) que é o dono do merchan, Flamengo, etc…Realmente, é uma pena perdermos grandes clubes do voley por esse motivo.

  15. Se todos repararem nas entrevistas os nomes dos patrocinadores/tecnicos tambem são omitidos em troca de uma ” big cara ” do entrevistado após uma partida de futebol. quando somos jovens ouvimos os adultos falarem mal da GLOBO, com o tempo vamos entendendo porque.

  16. Sou estudante virtual da Unisul, ex-praticante de voley, admiradora de esporte, formada em comunicação e assombrada com o rumo da coisas.
    Se buscarmos na história, usamos marcas de produtos a todo o tempo, Leite Moça, Bombril, etc. e o mundo gira.
    Na contrapartida, o esporte, como um todo, faz o mundo girar e o dinheiro tambem.
    Minha pergunta é a seguinte: A Ferrari paga cota de patrocínio para a Globo? Ou a McLaren, Toyota? Que eu saiba são marcas, então no meu vã entendimento, a Globo deveria referir-se a eles como o carro nº 1, 2 e 3, ou o carro vermelho, preto e branco, azul ou amarelo.
    O bom senso na comunicação (mídia) perde-se, e o preço é pago pelos profissionais dedicados do voley e outros esportes com menor glamour, que o tsc.. futebol.
    Amo futebol, mas o que se faz com o esporte em geral, vai além das fronteiras éticas. Neste momento me vem a cabeça o filme Rocky x “Lundgreen” – lacrado em um sala fechada, cheio de fios, e treinado para vencer a qualquer custo. Tudo isto para defender a marca em detrimento do esporte??
    O que é “veículo de comunicação”, então? Penso que seja uma máquina usada pra frear a comunicação, e atropelar os interesses alheios, infelizmente.

  17. Nessa seara de briga por anunciantes e outros objetivos financeiros, seria bom era a quebra desse monopolio por uma tv como a cultura, que abrindo mais canais poderia criar um canal especializado em esportes, onde cumpriria seu papel , favorecendo os esportes amadores e ao mesmo tempo poderia ter uma visão e atitude éticos quanto ao problema dos patrocinadores.

  18. Neste questão de exposição de marca, cabe ressaltar que a Sportv até 02 anos atrás chamava a Ulbra, a Unisul, a UCS pelo nome, depois mudou…então nem sempre foi assim. Outro aspecto importante e, aí acho que está o problema, é que a CBV obriga aos clubes que seus atletas cedam seus direitos de imagem a ela e só ela pode negociar com TV (aberta ou a cabo), ao clube resta negociar as partidas que não interessam com tvs comunitárias…Na Superliga 2007/8 a Globo passou 03 jogos no masculino (duas finais de etapas) e a final e este ano, apesar da CBV ter dito que isso ocorreria, não foi o que se viu, com apenas uma transmissão. O formato de disputa FOI ALTERADO E FUNÇÃO DISTO. A FINAL FICOU EM UM SÓ JOGO , NA CASA DE QUEM, DA EQUIPE VENCEDORA, NÃO? NO RIO DA GLOBO, É MOLE….

  19. è uma pena saber que ainda hoje existem pessoas que acreditam que o dinheiro circulante e extorquido pelas Organizaçoes Glo..seja limpo e inodoro,é um absurdo a maneira que os patrocinadores são tratados pela emissora lider,o foco é sempre para não mostrar as marcas que ajudam o esporte brasileiro,mas infelizmente tem gente que acredita que cinco novelas diariamente transmitidas ao longo de 40 anos não fizeram mau/mal ao povo brasileiro.

  20. Janilson, a própria CBV inviabiliza isto, conforme relatado. Eles obrigam os clubes e atletas a cederem o direito de arena (antes falei imagem erradamente). Na verdade cabe aos clubes se organizarem e buscarem o que é melhor para sí, ou fazer como qdo são minoria, retiram-se.

  21. Infelizmente a globo é muito parcial no que diz respeito esporte, ela só valoriza aquilo- aquele que a interessa.
    Queria ver ela transmitir os jogos da 2@ divisão, como no ano passado, agora sem o corintians, estamos a pé de televisão.

  22. AAAAA,fala sério,falar mal da Globo é que é dar um tiro no propio pé,ou vc s gostam quando assistem na Band um ultrapassado luciano do vale narrando e um comentarista meia boca como o neto falando abobrinhas como é de seu costume.
    vamos ser coerentes e dar mão a palmatória e reconhecer que sem a globo naõ temos um programa de esporte de categoria pra ver

  23. E se a moda pega? O Flamengo vira Petrobras Clube de Regatas? O Botafogo vira Liquigás? Gente, o erro está no contrato das patrocinadoras com o vôlei, e não na recusa da Venus Platinada em dizer o nome errado!

    Para o torcedor tb deve ser difícil explicar: “quando eu era criança torcia pelo Laqua di Fiori. Não mudei de time, até hj sou Parmalat doente!!!”

    Não tem lógica!!!

  24. Não sei o que foi pior… o artigo ou os comentários. Porque não há um consenso de opiniões sobre o motivo da “briga”? Porque nenhum dos dois lados está certo, e pior, ambos os lados se acham injustiçados. Por exemplo, o Finasa paga uma certa quantia para ter o nome VINCULADO ao time de Osasco, porém o time é de Osasco!!!!! Alguem já viu um jogo de futebol entre Unimed e Liquigas??? (Fluminense e Botafogo) Ou então Batavo contra Samsung ou LG? (Corinthians, Palmeiras e São Paulo) Além disso, o Finasa não tem absolutamente nenhum tipo de controle sobre o time, assim como os supra-citados patrocinadores de futebol. Portanto, nada mais que justo que chamar o time de Osasco! Por outro lado, os dirigentes do Osasco vendem todos os direitos de imagem e afins para a CBV, por contrato, o que faz com que automaticamente, percam todo o direito de requisitar quaisquer direitos relativos ao nome do time. A CBV, que indiretamente é patrocinada pela Globo atraves da venda dos direitos de transmissão, tem obviamente os interesses da Globo mais que prioritários.
    Resumindo, pelo lado dos clubes, não se pode reclamar da maneira como a Globo faz negócios pois vendem o próprio nome. Pelo lado da Globo, é óbvio que não faz o menor sentido fazer propaganda para quem for de graça!

  25. Não podemos esquecer da CBV porque não tem voz de mando para brecar as ordens da globo, simplesmente o sr Ary Graça abaixa a cabeça para as ordens dela – e isso é medo da globo por exemplo perder ibope para suas concorrentes porque com certeza muitos prefiram assistir uma partida de volei do que turma do didi, tv xuxa, esporte espetacular e outros programas que é um ó do borogodo

  26. Maurício, responda com sinceridade:

    É mais fácil torcer para o Corinthians ou para a Batavo / Panamericano? Vocês mesmos quando escrevem sobre o campeonato de futebol referem-se ao Palmeiras-Fiat? E o Manchester, como é tratado? E a Ferrari?

    Torcer pra time com nome de empresa, é coisa pra funcionário da empresa. Eu acho que tem muito mais sentido torcer para o Osasco do que para a Finasa, para o Minas Tenis Clube do que para a Supergasbrás. O Flamengo chama-se Flamengo e a Lubrax nunca ligou.

    Como você mesmo apontou, o buraco certamente é bem mais embaixo. Pra mim, essa história de colocar o patrocinador acima dos interesses do clube é que vem afundando os demais esportes brasileiros. Outra coisa: o modelo norte-americano, com as temporadas para cada esporte, oferece visibilidade para todos os esportes, ao contrário daqui, em que só se fala de futebol, futebol, futebol e… um pouquinho de Formula 1..

  27. Daniel, que bom que destes exemplos. Vamos a mais um – A equipe de volei foi fundada como Unisul e até a dois anos era assim chamada na Sportv, depois , veja bem, depois, passou a ser chamada por nome de cidade. Seria o mesmo que o Palmeiras ou qualquer outra equipe mudasse sua localização e não fosse mais chamada pelo nome mas sim pelo nome da cidade. Vc. mesmo está confirmando isto. O mesmo caso aconteceu com a Ulbra – conhecida desde o início por este nome e a UCS. Temos exemplos de torcedores da Ulbra e Unisul espalhados pelo Brasil e não apenas onde tem Campi. Vamos mais longe, a Globo compra direitos de competições e não as mostram – como você daria nome a isto?

  28. A tempos que venho contestando a postura autoritária dessa rede Lobo Mau. Hojé é o volei que está capenga, já foi o basqueste, ainda não foi o futebol, porque os dirigentes das equipes que ela mais transmite estão na mão dela (precisam de dinheiro, e ela manda).
    Há muito tempo ela vem atrapalhando o esporte brasileiro, com seus horários ridículos, suas chamadas tendenciosas, e imagens que somente a favorece e não ao telespectador.
    Não interessa à nós se será a tv Record, a Band, o SBT, ou qualquer outra tv. O mais importante é ter a informação de qualquer evento, transmitido da forma que ela acontece, e não da forma que essa infeliz emissora, da época da ditadura faz. Não respeita a opinião de um público em qualquer citação dela.
    Ela é sim obrigada a transmitir os jogos de qualquer campeonato, pois as empresas tem o seu compromisso de contrato que é gerar lucro próprio e se sustentarem. O que as empresas fazem para o esporte e até para as emissoras, nada mais é que um incentivo ao esporte e até para essa besta que não sabe interpretar o ponto de vista das empresas.

  29. Eu sou um daqueles que sempre fica contra a Globo, mas dessa vez tenho que admitir que o assunto é muito mais complexo do que se imagina. A Globo paga para transmitir os jogos, mais para ajudar as equipes do que propriamente buscar audiencia, no entanto ela vende os espaços de publicidade para outras instituições. Vamos lá – uma equipe adota o nome do Bradesco, a Globo vende seu espaço comercial para o Unibanco, então como fica a situação. Qual a saída os clubes adotarem e assumirem uma postura de amadorismo e pagarem salários dentro de sua realidade sem depender economicamente de patrocinio e emissoras de tv, que quizer ganhar mais que vá para o exterior.

  30. O SBT,RECORD,BANDEIRANTES,REDETV,DEVERIAM CRIAR TIMES DE FUTEBOL,CHEGAR NA FINAL DO BRASILEIRÃO E ESPERAR PARA VER QUAL SERIA A ATITUDE DA GLOBO NA HORA DA TRANSMISSÃO,COM CERTEZA FALARIA TIME 01 OU TIME 02 , KKKKKKKK

  31. O ” j.m.j”, identifique-se meu. Para falar ou escdrever do Luciano do Valle, u´m ícone de tyransmissão do esporte brasileiro em gera, vc deve lavar as mãos e a boca

  32. Eles ainda vão comprar os direitos da liga dos Campeos só para não dixar ninguem mostrar. Vão comprar tudo só pra não deixar ninguem mostrar, até campeonato de cuspe a distância. Estamos ferrado com esta ditadura televisiva.

  33. A Globo quer o que interessa, sigamos o exemplo das transmissões das partidas de futebol, só quer passar Flamengo, Flamengo… Corinthians…Corinthians…clubes que não possui nem estádio, Vamos dar um basta nisso, aonde fica outros times de outros estados….Gremio, inter, atletico Pr. Globo pare de puxar saco do Riuo de Janeiro….

  34. Acho que o erro fuyndamental é a tal da exclusividade de transmissão. A rede transmite o que ela quer, não o que a audiencia quer. Porque todas as emissoras não podem partici ipar das transmissões, cada uma transmitindo um jogo diferente? Cada uma paga uma parte do direito de transmissão..
    É utopia….mas, sendo o futebol o esporte das multidões….porque só podemos ver…Flamengo;;;Corinthians e aquele jogo que interessa à Globo? Aqui por exemplo só viamos o jogo do Figueirense quando jogava com um desses dois times.

  35. A globo infelismente so quer saber do corintians e do flamengo muita gente comprou o campeonato brasileiro na tv fechada so para nao ter que assistir todo final de semana o flamengo quanto o volei a globo so quer para preencher Horarios que ela nao tem audiencia

  36. Acho que é uma falta de criterio dos 2 lados, tanto Globo como Patrocinadores, poderiam conversar e acertar isso.
    Agora sera que com a crise dos ultimos meses, essa tambem nao foi uma boa “desculpa” p/ empresas deixarem os pesados investimentos??
    Eu vejo culpa e razao em ambas as partes, agora ainda acho que um contrato ou regras ja pre determinadas, evitariam esses problemas.

  37. … a discussão é boa, mas o esporte precisa demais dos patrocinadores, e das transmissões televisivas. Penso que o correto, em termos de nome do clube ou (time), seje o de origem, e não o de um patrocinador. O fato da globo omitir, o nome (muitas vezes do patrocinador), nao impede que nós, ao assistirmos as partidas, possamos ver (ler e reler) o nome do patrocinador, e acima de tudo reverenciá-los como agentes importantíssimos no crescimento do esporte neste país.
    PORTANTO: Nao vai ser alguns detalhes de transmissão, que vai afastar a FINASA, UNISUL, ULBRA, CIMED… do meu ótimo conceito quanto a empresas patrocinadoras e incentivadoras do volei em nosso país…CONTINUEM ASSIM

  38. pensar que a publicidade gratuita é ruim e um modo de pensar mesquinho, será que se o nome das empresas fosse amplamente falado nos jogos transmitidos essa questão de não ter patrocinadores não estaria sendo discutida ao contrario? ou seja empresas estariam se degladiando para investir em algum time?
    eu acho que a concorrência seria para cima e não para baixo.

  39. Se a tv globo continuar com essa postura,vai sofrer um desgaste natural na sua imagem ao prejudicar o esporte no Brasil,mas vejo que o império Global está começando a ruir……..

  40. Resposta para Joel Lino da Silva: Vou dividir em 2… O primeiro, Palmeiras não é nome de cidade, nem de marca, portanto, se mudar de cidade, coisa que time algum de futebol faz, não iria mudar de nome. Caso voce tenha se referido a um “esporte olimpico”, ou “amador”, é uma infelicidade que equipes mudem de cidade, porém até onde eu sei, só mudam pois não tem dinheiro suficiente da respectiva confederação para se manter independentes. Agora eu lhe pergunto, se a confederação transferisse fundos, não só dos direitos de imagem, mas repassados pelo COB e quaisquer outros fundos, como por exemplo o Banco do Brasil a CBV, voce acha que não seria muito mais fácil as equipes de manterem numa determinada cidade fixa? O segundo problema é sobre a Rede Globo comprar alguns campeonatos e não transmitir. Isso é o típico caso de alguem que não tem dinheiro e vende o carro, mas fica obsecado por como anda o carro…. Uma vez que voce vende, não é mais seu!!! E principalmente, o dinheiro entrou! Não deveria interessar a equipe alguma se o jogo está sendo transmitido ou não. O dinheiro está no bolso.. pelo menos da organização responsável. Voce acha que algum esporte que vende seus direitos a Rede Globo não tivesse esse dinheiro, sobreviveria? Tenho certeza que não.

  41. todos nós estamos enganados; O que aconteceu realmente é que geovane gavio não conseguiu com r$1.200.000,00 p/mes fazer a equipe ser campeã e aliado a briga interna c/ marcelinho e rocca; Por isso a UNISUL E TIGRE ficaram sem referencia de craques.

  42. Os cinegrafistas de empresas ligadas à Globo são orientados A fechar a imagem sobre atletas que estejam utilizando bonés. Desaconselham coletivas nas salas preparadas pelos clubes de futebol e proibem alguns nomes: RBR em vez de Red Bull e STR em vez de Toro Rosso. É o poder de uma grande empresa, mas a choradeira dos empresários mostram que eles qté patrocinam, desde que se dêem bem com mídia de graça. Não funciona assim.

  43. Wilson, nos comentários anteriores já ficou claro que os clubes não negociam com a Globo e não obtem nenhuma vantagem, È a CBV que negocia e fica com os valores…SE houvesse retorno desta grana para os clubes, reduziria os valores de patrocínio como acontece no futebol que cada equipe tem um percentual dos valores negociados para transmissão.

  44. A Unisul é uma universidade pública, criada pelo município de Tubarão. Ela é comunitária e investe por ano 30 milhões para atender gratuitamente 27 mil pessoas pobres em seus centros de saúde, além trabalhar com 5.200 crianças e jovens, entre 10 e 17 anos, em várias modalidades de esportes, em 69 escolinhas espalhadas em 30 municípios catarinenses. A Unisul não quer que a Globo lhe dê anúncio de graça. Exige apenas que o seu nome não seja trocado. É como disse um leitor: é possível trocar o nome do Palmeiras, Botafogo? Por que omitir o nome de uma universidade que não é privada?

  45. Maurício, a Rede Globo e os patrocinadores estão errados. A Rede Globo, por não falar o nome dos patrocinadores, coisa que nunca aconteceu antes, e os patrocinadores , agindo como uma criança mimada de 8 anos, retirando o patrocínio das equipes de volei.

  46. Há outros problemas em jogo? Modelo de manutenção de uma prática esportiva por meio dos direitos de transmissão? Muito estranho argumentar isso… Várias modalidades e ligas esportivas no mundo são mantidas via direitos de transmissão. E o futebol brasileiro vive quase que exclusivamente disso – quando não há receita de transferências de jogadores. Evitar mídia espontânea a todo custo é uma prática extremamente danosa ao esporte do vôlei, porque ela já é tradicional, fazendo parte da cultura do esporte desde os anos 70/80 (lembra-se do time da SADIA?). E também é danosa a vários outros esportes, que contam com este expediente pois não contam com popularidade suficiente na TV, como o handebol, ou que as universidades invistam nos esportes, já que seus nomes não serão divulgados – por exemplo, o Jornal Lance publica primeiro o nome da cidade do time e, depois, os patrocinadores, como se fossem secundários ao nome do time. O problema, na verdade, é exclusivo dos meios de comunicação, já que a prática se disseminou nos veículos da mídia, e o esporte que quiser aparecer na TV não tem outra saída a não ser aceitar ser transmitido por uma emissora que é contra a prática – os meios de comunicação deveriam se portar de maneira jornalística em coberturas esportivas, e não se pautarem por seus departamentos comerciais, coisa que a Rede BOBO faz há muito tempo, e ainda acha estranho do pessoal do esporte reclamar (sendo ainda mentirosa ao falar que a reclamação só foi feita agora).

  47. o gde problema da rede globo é pq ela detem os direitos d trasmissao dos jogos d voleibol sejam eles superliga ou os das seleçoes d volei e simplesmente so transmite-os pela sportv. tds nos sabemos q apenas pouco + d 10% d nossa populaçao tem tv por assinatura. entao pergunto: pq essa mesma emidssora n trasnmite jogos em sua tv aberta? por isso a recor ta tomando d conta d audiencia. adorei seus comentarios.

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